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Gato Branco às Riscas

Um blog normal sem nada de especial de uma sonhadora inconformada.

Sab | 25.11.17

Chicco Lite Way 2 - O Afonso já tem carrinho de passeio

Paula Ribeiro Santos

carrinho-chicco-lite-way.jpg

Escolher um novo carrinho para o Afonso foi uma verdadeira odisseia. Primeiro porque sou exigente, segundo, porque queria algo resistente mas elegante e estético.
Basicamente, porque sou eu quem anda com a criança de um lado para o outro, procurava algo simples de manusear mas sobretudo leve.
Para além disso, como o Afonso é um menino muito curioso e com 4 meses já quer ver tudo o que se passa à volta, ter um carrinho em que o assento esteja virado para o mundo é o ideal. 
Depois de muita pesquisa e comparações, encontramos e escolhemos o Lite Way 2, um carrinho de passeio da marca Chicco que está disponível em várias cores e que é robusto mas compacto, leve, fácil de manusear e guardar no porta bagagens.
Tem encosto reclinável em várias posições desde sentado a totalmente deitado, sendo que o ajuste é feito com apenas uma mão (TOP). Traz cesto para transporte com espaço razoável, o que para mim é essencial uma vez que vamos muitas vezes ao supermercado. Como extras (que para nós são essenciais) traz capa de chuva, barra de segurança totalmente acolchoada e cobertura que protege do sol e do vento.
Muito importante é que como está homologado para o grupo 0+ por reclinar completamente assim que o comprei, comecei a usa-lo.
Relativamente à cor, optamos pelo beije por ser unissexo pois nunca se sabe o dia de amanhã.
De facto, existem muitas opções, preços, nível de qualidade e de estética, cada um deve escolher mediante aquilo que realmente valoriza sem nunca esquecer que quem de facto vai utilizar é o nosso bebé e que o vai fazer por durante muito tempo, nesse sentido há que escolher pensando sempre no seu conforto e bem-estar.
 
 
Ter | 21.11.17

I'm go fucking crazy

Paula Ribeiro Santos

Não tá fácil não!

Passamos o Afonso para o quartinho dele fez sábado uma semana.

Inicialmente tudo impecável, dormia melhor e mais tempo seguido, cerca de 7 horas num primeiro sono, depois fazia maminha por volta das 3 horas da manhã e acordava às 7 em ponto para nova maminha e duas de letra (sim o meu bebé é um conversador e adora por volta dessa hora palrar como se fossem três da tarde).

Depois de ter ficado constipado e de ter tomado a vacina da Meningite acorda religiosamente de três em três horas!

É que eu não aguento...

Eu durmo de camisa de noite de verão (sou calorenta e não aguento mais roupa durante a noite) e as noites agora estão bem mais frescas, conclusão: de três em três horas tenho que vestir calças de pijama, meias, roupão e amamentar!

Oh God! 

Isto é muito aborrecido.

Nunca pensei que fosse fácil passar o Afonso para o quarto dele por causa das maminhas durante a noite, mas a realidade é que era apenas uma, a das três da manhã pois a das sete para mim já não contam porque já é de manhã e muitas das vezes aproveitava para ficar acordada e tratar da vida.

A acordar de três em três horas claro está que passo a noite em modo zombi, não falem para mim que me congela o cérebro e de manhã quando me levanto só tenho é vontade de me virar para o outro lado e fazer Off.

 

Seg | 20.11.17

Ser mãe é muito cansativo...

Paula Ribeiro Santos

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Ser mãe é acordar a meio da noite uma, duas, três vezes.
Ser mãe é amamentar de duas em duas horas.
Ser mãe é trocar a fralda e 5 minutos depois o bebé com cáca até ao pescoço! 
Ser mãe é cuidar do bebé, cuidar da casa, cuidar da roupa e das refeições encontrando aqui no meio algum tempo para uma ida às compras.
Ser mãe é não poder dormir até tarde.
Ser mãe é não poder sair até às tantas.
Ser mãe é não fazer refeições tranquilamente.
Ser mãe é desesperar por um café, ter máquina em casa e não ter tempo de chegar perto dela.
Ser mãe é receber uma SMS, lê-la e só responder no dia a seguir ou então não responder.
Ser mãe é acordar com olheiras.
Ser mãe é acordar mais cansada do que quando adormecemos.
Ser mãe é deixar de comprar roupa e calçado para ela, é deixar de comprar livros, tudo para comprar mais algum miminho para o bebé.
Ser mãe é andar de intercomunicador ao peito, ouvir um mínimo barulho do lado de fora de casa, pensar que é dentro e achar que pode ser o aparelho que não funciona bem e o bebé precisa de nós.
Ser mãe é estar completamente sozinha em casa e continuar a ouvir barulhos que nos sugerem que o bebé está connosco. 
Ser mãe é entrar no carro e confirmar várias vezes olhando para o banco de trás se o bebé de facto está no carro.
Ser mãe é estar das 8 da manhã às 18h sem ir a casa de banho porque não há oportunidade.
Ser mãe é deixar de tomar longos e relaxantes banhos.
Ser mãe é tomar uma chuveirada rápida e mesmo assim parar umas quantas vezes para perceber se o bebé esta a chorar.
Ser mãe é marcar um café com uma amiga para poder descontrair, deixar o bebé com os avós mas estar no café a contar os minutos para ir embora.
Ser mãe é ir jantar fora e ligar várias vezes aos avós para saber se o bebé está bem.
Ser mãe é muito cansativo mas também é a maior bênção da vida e de Deus.
Ser mãe é o sentimento mais profundo, genuíno, pleno, avassalador que uma mulher pode sentir.
Ser mãe é o papel mais compensador que cada uma de nós pode interpretar.
Ser mãe é viver com o coração fora do peito.
Ser mãe é amar infinitamente.
Ser mãe é ter o telemóvel inundado de fotografias do nosso bebé.
Ser mãe é querer para o nosso bebé muito mais do que queremos para nós.
Ser mãe é babar a cada sorriso, a cada olhar, a cada som, a cada gesto que o nosso bebé nos oferece.
Ser mãe é muito cansativo mas também é muito compensador.
 
 
Qui | 09.11.17

Completamente viciada!

Paula Ribeiro Santos

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Alguém já provou o chocolate Milka Choco Jelly?

É simplesmente delicioso!

O tradicional chocolate Milka combinado com drageias de chocolate, gomas e caramelo com estalidos. 

OMG, divinal!!!

A primeira vez que tive o prazer de me cruzar com esta delícia já foi há uns anos atrás ainda a novidade ainda não tinha chegado a Portugal. Foi-me oferecido por uma amiga que estava imigrada em Londres  e só muito depois o consegui comprar cá.

Bem... eu que não sou nada de chocolates fui capaz de comer uma tablete das grandes sozinha ontem a tarde.

Se estava deprimida?

Nah... não consegui foi parar depois de comer o primeiro quadradinho.

 

 

 

 

Ter | 07.11.17

Sobre as infidelidades...

Paula Ribeiro Santos

 

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Hoje, andava eu pelos meus rascunhos e encontrei este texto...

Não sei em que contexto o escrevi, mas de facto para o ter feito devo ter presenciado a alguma situação que de algum modo me marcou... Coincidência das coincidências é que tenho uma amiga próxima a passar uma fase conjugal péssima.

Em grupo (amigas) tentamos conversar com essa pessoa, mas de facto nenhuma das nossa palavras surtiu efeito. Eu sei que falar é fácil e que cada um vive os acontecimentos de forma totalmente distinta dos demais, mas porra....!!! Tudo tem um limite!

 

Quem ama não trai.

Quem ama não magoa, não mente, não esconde.

Porquê manter uma relação construída na base de uma traição, porquê sujeitar-se a viver uma vida de desconfiança e de desconforto?

Porquê viver uma mentira?

Porquê viver uma vida ao lado de uma pessoa que não nos valoriza, que não faz nada para nos agradar e que esta sempre de mal com tudo e todos.

Porquê viver ao lado de alguém que não tem os mesmos objetivos, sonhos e ilusões que nós?

Que tipo de pessoa se deixa levar nesta forma de vida, miserável e carregada de tristeza.

Para quê sacrificar a tua vida? Perder tempo, a juventude e viver de ilusão...

Há sempre uma solução, uma saída.

 

 

 

Seg | 06.11.17

Chá de Bebé

Paula Ribeiro Santos

Sim, é verdade, eu sou aquela que adora comemorações e aproveita todas as oportunidades para festeja, claro que quando engravidei decidi de imediato que por volta dos 8 meses faria o Chá de Bebé do Afonso.

Há quem não compreenda a decisão, há quem não ache piada ao evento, há quem adore a ideia e há aquelas que não se identificam, vão para não fazer desfeita e passam o tempo todo a questionar-se "porque é que vim?".

Bem... eu sei que ainda não é uma comemoração enraizada em Portugal, porém cada vez ganha forca e claro está, quase todas as mamãs aproveitam este momento para se sentirem apaparicadas e mimadas uma vez que dentro de semanas passarão irreversivelmente para 2º plano! :)

No meu caso e como sou uma miúda cheia de sorte, tive o prazer de serem as minhas amigas a organizar o evento. Isto porque quando as convidei, fizeram questão de imediato perguntar se poderiam ser elas a organizar e a oferecer a comemoração.

Ora... a estas coisas não se diz que não, principalmente quando tens amigas tão prestáveis, tão carinhosas e quando já estás grávida de 8 meses e a rebentar pelas costuras.

Basicamente não precisei de me preocupar com nada. Apenas indiquei quem queria que fosse convidada, os contactos das mesmas, escolher o local e aparecer à hora marcada.

E assim foi... e conteceu tudo de forma maravilhosa!

Apesar de saber quem eram as convidadas, chorei de emoção quando entrei em casa e as encontrei à minha espera!

Apenas convidei pessoas muito próximas e que de facto por algum motivo fizeram parte da minha historia nestes últimos 4 anos. Assim apenas convidei 13 pessoas, as avós do minhoquinho, a minha tia e prima, duas colegas do emprego e as minhas amigas de infância incluído a madrinha do príncipe.

Sobre o tema do Chá... eu tinha sugerido O Principezinho uma vez que o quarto do Afonso foi inspirado no livro, porém as minhas amigas optaram por outra solução uma vez que sou completamente viciada em sushi!

Então adivinhem lá qual foi o tema?

Isso mesmo, sushi!

Era bolo de fraldas em forma de sushi, era convites com um bebé chinoquinha, era caixinha com cartões de felicitações, era marcadores de comida, era t-u-d-o alusivo a sushi!

Com muitas saudades, deixo-vos aqui alguns dos momentos registados (poucas fotos, porque apesar de o evento ter sido a cerca de 6 meses, a fotografa de serviço ainda não me entregou o album completo :( ).

 

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Sab | 04.11.17

Morar à beira mar...

Paula Ribeiro Santos

Morar em frente à praia é de facto um privilégio a que poucos tem acesso e eu sou uma dessas pessoas.

Todos os dias sinto-me grata por esta oportunidade pois a minha vida mudou drasticamente deste que cá chegamos e confesso que nesta fase da minha vida, morar aqui foi de uma importância inqualificável.

 

Acordar de manhã, tratar do Afonso e poder estar em contacto imediato com o mar, traz-nos uma tranquilidade imensa que me inunda o peito e me faz sentir psicologicamente saudável.

Mudamos para cá em Fevereiro deste ano, estava grávida de quatro meses e dependente de praia e mar como sou, sinto que em grande parte as longas caminhadas à beira mar são as responsáveis pelo facto do Afonso ser tão calminho.

Hoje... de licença, não há dia em que não façamos um passeio à beira mar e seja ele no carrinho ou no marsúpio, o Afonso dorme doces cestas com toda a tranquilidade. 

 

 

 

Sex | 03.11.17

Enquanto o Afonso dorme...

Paula Ribeiro Santos

Têm sido dias agitados...Ele tem estado constipado e eu assoberbada. Nunca tratei de um bebé doente e acho que por ser o meu filho acabo por me sentir mais doente e em baixo do que ele (pelo menos ele sorri mais do que eu).

O Afonso está a dormir, eu estou recostada no sofá com o intercomunicador ao pescoço e a tentar descontrair porém não está fácil porque ele não pára de rebolar na caminha.

 

 

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