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Gato Branco às Riscas

Um blog normal sem nada de especial de uma sonhadora inconformada.

06.09.18

Eu sou amor!

Paula Ribeiro Santos
 Eu sou uma pessoa feliz e ponto!Não sou do tipo de pessoa que se tenta convencer de que está tudo bem quando não está.Não sou uma pessoa mal resolvida com o passado.Não sou pessoa de viver de aparência.Sou sim uma pessoa claramente feliz e isso transparece.Sim, tenho os meus altos e baixos.Sim, tenho os meus dias de cansaço extremo e de pouca paciência.Sim, também tenho problemas, dilemas, dúvidas, anseios e medos, porém sou do tipo de pessoa que em tudo encontro pela (...)
16.02.18

Estou ausente, mas estou por cá...

Paula Ribeiro Santos
Estou por cá, estou apenas cheia de trabalho, em fase de adaptação à minha nova função e cansadíssima. Sinto que se pudesse dormir 24h "non stop", era o que fazia sem pensar duas vezes. Não gosto de andar sempre a correr de um lado para o outro e ainda não me habituei à minha condição MÃE. Sinto que durmo mal, que sonho muito e que por isso tem dias em que acordo mais cansada do que me deito. A ver vamos, quero acreditar que este fim-de-semana coloco tudo em ordem: casa, (...)
30.01.18

Sobre as pessoas mal-amadas

Paula Ribeiro Santos
A vida não é fácil, todos temos altos e baixos, todos nós em algum momento da vida somos confrontados com montanhas que nos vemos forçados a ultrapassar. Se a nossa passagem pela vida é tão curta, porquê perder tempo com amarguras, cara fechada e deixar que as adversidades nos afetem. A amargura é um problema grave que começa numa pequena espiral desgovernada e que acaba por influenciar até quem está a nossa volta e nos quer bem. Ninguém gosta de ser saco de boxe, todos temos (...)
23.01.18

Mudanças avisinham-se

Paula Ribeiro Santos
 Parece mentira, mas o Facebook ontem fez o favor de me recordar um post que fiz à precisamente 4 anos.O que é que aconteceu há quatro anos para eu escrever aquela citação?Será um presságio?Hoje... A possibilidade de haver alterações no emprego deixa-me sempre ansiosa. Eu que sou uma pessoa que deixa o trabalho fora de casa, dou por mim em casa a  pensar no assunto.Eu gosto de mudanças e geralmente as mudanças motivam-me a trabalhar ainda mais e a dar mais de mim, contudo (...)
18.01.18

Sinto-me atropelada

Paula Ribeiro Santos
Não, não tenho acordado a meio da noite para dar biberão, sim, sou uma afortunada em relação a isso. Porém não invalida o stress do quotidiano, a somar com aquele a que ainda me estou a adaptar. Andar sempre a correr mata-me e ter que me levantar mais cedo uma hora do que estava habituada são faquinhas a entrar no peito. Estou a trabalhar à cerca de 15 dias e sinto que já preciso de um mês de ferias num sitio quente. Hoje, são 12.05h e estou de todo! Ontem deitei me eram 22h, (...)
13.10.17

Foram cerca 750 picadas de injectáveis e controlo

Paula Ribeiro Santos
 Foram nove meses de picadas de injetáveis antitrombóticos e quatro meses de controlo de diabetes e tomas de insulina.Foram cerca de 750 picadas em que a cada uma delas pensava: "Será que isto nunca mais termina?".Foram nove meses de ansiedade, foram nove meses de esperança, foram nove meses sem grandes esforços, foram nove meses de um amor infinito, foram nove meses de grande sacrifício mas que de facto valeram a pena.Hoje tenho comigo aquele que mais desejei e amei mesmo antes (...)
02.10.17

Daqui a nada termina a Licença de Maternidade

Paula Ribeiro Santos
Confesso que apesar de ainda faltarem cerca de três meses para regressar ao trabalho já sinto o coração aos saltos.Estas 24 sobre 24horas com o meu bebé está a deixar-me totalmente dependente dele e deixa-lo em mãos de terceiros (mesmo sendo eles os meus pais) está a matar-me. Mãe é mãe e conheço o meu bebé melhor do que ninguém. Conheço o tipo de choro, reconheço quando está com sono ou com dores. Conheço cada sorriso e sei o que o faz sentir-se mais divertido. Em (...)
29.09.17

Mais um post para ti Afonso...

Paula Ribeiro Santos
 É incrível como quando olhei para ti pela primeira vez, senti um amor maior do que a minha própria vida.É incrível como quando olhei para ti pela primeira vez, senti que já te conhecia desde sempre.Os primeiros minutos, horas, dias, pareciam um déjà vu, senti que já te conhecia de outra vida.Senti que conhecia cada contorno do teu rosto, das tuas mãos, dos teus pez, juro... até o teu choro me era familiar.Vi-me desesperar naquela primeira noite em que choravas (...)